Sexta-feira, Maio 23, 2008

Os campos

A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.

 

O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é um ângulo disposto.
Aquele digital onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta em que se apoia o rosto.

 

Fita, com olhar esfíngico e fatal
O Ocidente futuro passado.

 

O rosto que fita é Portugal.

 

De Fernando Pessoa
Escrito por Pesinhos mágicos em 12:11:57 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Violência

Hoje chegou um aluno novo à minha escola, tem um ar muito diferente, um ar parecido com o dos “matulões” lá da escola.
Lá na escola dizem-se que o novo aluno já foi levado ao concelho executivo, parece que ele tentou roubar um aluno e depois bateu-lhe violentamente.
Ficamos todos boquiabertos , reparamos no modo de vestir dele mas nunca pensamos que fosse como os “matulões”.
Parece que o rapaz que foi agredido está no hospital gravemente ferido. Estávamos nós a acabar de falar disto quando passa o rapaz junto com os “matulões” vinham-se a rir certamente era do rapaz que estava no hospital.
Fui para casa e fiquei a pensar toda a noite na Susana ela estava a ficar apaixonada por ele, isto preocupava-me e se ele fizesse o mesmo com ela, se ele lhe bate-se.
Hoje quando cheguei à escola discuti isso com ela mas ela negou tudo, tentou mudar de conversa.
Quando ele passa ela fica pasmada a olhar para ele. Mas o pior de tudo foi o que aconteceu hoje à tarde eu, a Susana, e mais o nosso grupo de amigos vimos os “matulões” e o luís é assim que ele se chama, a baterem num rapaz, foram levados ao concelho executivo, mas o pior de tudo é que nunca lhe acontece nada, ficam sempre livres como se não fizessem nada de mal. Continuam a passear-se lá por a escola como se fossem alunos normais que não fazem mal a ninguém.
Já se passou um mês e a Susana está cada vez mais apaixonada por ele.
Ao fim de dois meses de espera finalmente aconteceu o que a Susana mais queria ele pediu-a em namoro  e ela sem pensar duas vezes aceitou.
Todos ficamos muito constrangidos com a decisão dela.
Passados dois dias de namoro a Susana apareceu  em minha casa a chorar eu perguntei-lhe:
- Que foi o que é que se passou!
-Ele tentou bater-me.
-Temos de ir à policia fazer a denuncia do caso. - disse-lhe eu.
-Não eu tenho medo que ele me bata mais.
-Mas tu…
-Não quero, não percebes que ele depois vai bater-me mais. - disse ela muito assustada.
A Susana foi-se embora muito assustada e arreliada comigo.
No dia seguinte ela não foi à escola, por isso eu no fim das aulas fui à casa dela.
Quando lá cheguei a mãe dela disse-me que ela estava doente e não saía do quarto desde ontem à noite, e que tinha chegado muito tarde.
Pensei para mim:
-Não podia ser de minha casa, pois ela tinha saído de minha casa às seis horas.
-Posso falar com ela? - pedi eu
-Não sei se ela vai querer falar contigo, ela não quer falar com ninguém desde ontem  à noite, mas entra.
Bati à porta e ela deixou-me entrar. A Susana estava cheia de nódoas negras , eu perguntei-lhe:
-Ele bateu-te outra vez?
-Sim - disse ela a chorar.
- Continuas a não querer fazer queixa dele
- Não, eu vou fazer queixa dele, já estou farta que ele me bata.
-Vamos à policia? -perguntei eu
-Vamos.
A Susana fez queixa dele à policia e ele foi preso por sete meses e vinte e cinco dias.
O tribunal também decidiu que a Susana ia ter apoio psicológico.
 

Escrito por Pesinhos mágicos em 13:47:21 | Link permanente | Comments (1) |

O rapto de Juliana

Juliana vive sozinha numa casa muito velha, não tem água, luz, não tem condições para viver.
Juliana vende molas para tentar ganhar algum dinheiro e trabalha numa casa de grandes senhores a fazer limpezas.
A melhor amiga dela é uma vizinha que também vive muito mal, já é muito velha por isso não pode trabalhar, Juliana ajuda-a como pode.
Um dia quando Juliana vai vender as molas é espancada, roubada e raptada.
Júlia é assim que se chama  a amiga de Juliana fica muito preocupada quando os patrões de Juliana lhe dizem que esta faltou ao trabalho e que estava despedida.
Júlia não sabe o que aconteceu mas sente que foi algo de muito mau, liga para a polícia mas dizem-lhe que não podem fazer nada.
Quando Juliana acorda está dentro de uma cabana, a noite é muito fria, está a chover, entra um pouco de chuva por um vidro partido, entra um homem:
- Queres beber e comer.
- Não. Só quero sair daqui, por favor ajude-me. - pediu Juliana.
-Só te deixo sair daqui quando o teu patrão me pagar o dinheiro que eu lhe pedi.
- Mas o meu patrão não lhe vai pagar o dinheiro. -Disse a Juliana .
- Vai sim, vais ver. - disse o homem a rir-se com um ar maléfico.
- Mas porque razão faria ele isso? - perguntou ela.
- Tu não sabes mas ele tem uma admiração por ti, e agora não me faças mais perguntas e vais ficar sem comer.
- Também não tinha fome. - disse Juliana
O homem saiu muito zangado.
Juliana chorou toda a noite, tinha fome, frio, sede.
Já é manhã o homem trouxe um pouco de água e pão duro.
- Mas este pão não se pode comer, é muito duro. - disse a Juliana muito indignada.
- Não queres não comas é muito simples.
Juliana como tinha muita fome tentou comer, mas era um pouco difícil o pão era muito duro.
- Já acabaste. - resmungou o homem.
- Sim. Quando é que me vai libertar?
- Já falamos sobre isso, ele deve estar quase a chegar com o dinheiro. - riu-se o homem
- Já passava da hora combinada e o Rodrigo que era o patrão de Juliana não aparecera para entregar o dinheiro.
O homem não esperou mais, agarrou numa faca e cravou-a no peito de Juliana, esta esvaiu-se em sangue e o homem fugiu.
Rodrigo tinha tido umas complicações no banco e, quando chegou lá encontrou a Juliana morta, Rodrigo agarrou Juliana e chorou, chorou muito.
Regressou á cidade e foi contar a Júlia o que tinha acontecido e disse-lhe:
- Júlia para a recompensar e poder ajuda-la quero pedir-lhe para vir morar comigo.
- Acha que dá para recompensar uma vida!!!
- Não. Mas eu quero que você venha viver para minha casa.
- Está bem.
Júlia foi viver para casa do Rodrigo, lá é bem tratada tem tudo o que ela merece, muitas vezes leva comida para os pobres sem ninguém saber.
O assassino nunca foi encontrado, mas Júlia mantém a esperança de um dia o assassino ser encontrado e ser castigado por o que ele fez a Juliana, a sua melhor amiga.

 

Escrito por Pesinhos mágicos em 13:46:03 | Link permanente | Comments (0) |

A traição

 

Joana descobriu que o namorado a traiu com  a sua melhor amiga. Joana está desesperada, não sabe o que fazer só pensa em vingar-se.
- Olá Joana ! Hoje não posso ir a tua casa acabar o trabalho para história, porque a minha mão está doente. - disse a Cláudia.
- É mesmo arrogante, depois de me ter traído ainda vem falar comigo!!! - pensou ela. - mas eu vou vingar-me .
- Ficaste chateada comigo? -  perguntou a Cláudia
- Não, claro que não. Vou pedir à Ana para fazer o trabalho comigo.
- Ainda bem. A nossa amizade é muito importante para mim, nunca te esqueças disso.
- As melhoras para a tua mãe.
- Obrigado.
Nesse dia a Joana decidiu segui-la. A Cláudia voltou a ir ter com o Rodrigo.
- É mesmo estúpida. - pensou  a Joana  e foi-se embora.
Quando chegou a casa ligou à Ana :
- Podes vir ter a minha casa? - perguntou a Joana.
- Claro que posso, Joana estás a chorar? O que é que se passa? Responde-me por favor?
- Quando chegares aqui eu conto-te.
- Já estou a sair de casa.
Quando a Ana chegou a casa da Joana, e ela estava a chorar.
- Que se passa Joana porque é que estás a chorar?
-Foi o Rodrigo, ele… ele… trai-me com a Cláudia.
- O quê, a Cláudia ela trai-te?!
- Sim, e depois ainda me vem dizer que a nossa amizade é muito valiosa.
- O quê que tu vais fazer?
- Vou-me vingar deles os dois. - disse a Joana.
- Mas como é que te vais vingar? - perguntou a Ana.
- Ainda não sei, mas a vingança vai ser muito dura.
- Sabes que podes contra sempre comigo, não sabes?
- Obrigado. Mas isto é uma coisa que eu tenho que fazer sozinha. Não contes isto a ninguém.
- Vai ser um segredo só nosso, mas tem cuidado com o que vais fazer.
- Não te preocupes comigo. - disse a Joana
- Agora tenho de me ir embora, porque eu saí de casa sem a minha mãe saber, estou de castigo.
No dia seguinte a Joana acabou tudo com o Rodrigo.
- Olá amiga, estás bem , ouvi dizer que acabaste tudo com o Rodrigo? - perguntou a Cláudia.
- Sim, acabei tudo com ele. Apanhei-o a trair-me com a minha melhor amiga. - disse a Joana.
- Que melhor amiga? - disse a Cláudia, com um ar um pouco assustado.
- Sabes, aquela amiga que diz: “ a nossa amizade é muito importante para mim “.
- Eu !? Mas eu nunca te traí. Quem é que te disse isso? Aposto que a foi a Ana. Mas tu não acredites nela, ela nunca gostou de mim.
- Ninguém me disse Cláudia, eu vi, com os meus olhos.
- A culpa foi dele, por favor acredita em mim.
- Não me interessa de quem é a culpa, só te quero dizer mais duas coisas, a primeira é nunca mais me dirijas a palavra, e a segunda é espera pela vingança tu e o Rodrigo.
A Cláudia fico com muito medo  e foi ter com o Rodrigo:
- Rodrigo a Joana descobriu que nós tinha-mos um caso, e diz que vai vingar-se.
- Como é que ela descobriu?
- Não sei, eu acho que ela me seguiu.
- Estragastes tudo, não sabes ser discreta. Agora vamos ficar sem dinheiro nenhum.
- O pior é a vingança. O que será que ela vai fazer?
- De certeza que ela não vai fazer nada.
A Joana foi a casa da Ana.
- Já sei o que é que eu vou fazer. - disse a Joana.
- O que é que vais fazer?
- Vou fazer com que ela sofra tanto ou mais do que eu.
- Mas como é que tu vais fazer isso?
- Primeiro, vou contratar uns contrabandistas para irem a casa dela e roubarem algumas coisas que tenham muito valor para ela, e vão partir tudo no quarto dela.
- Não achas que estás a exagerar um bocadinho?
- Não. Ela vai sofrer tanto como eu, quando ela precisar daquelas coisas que ela tanto gosta, ela vai se lembrar do que me fez.
- Tem calma, tu estás a exagerar.
- Depois disto tudo ainda lhe vou roubar um diário que ela diz ter os seus maiores segredos e vou publica-los por toda a escola.
- Olha não podes reagir assim, tem calma.
- Ah!!! Até agora apoiavas-me e agora já não estás de acordo comigo. Bela amiga, és uma traidora igual à Cláudia. - resmungou a Joana.
- Eu não sou traidora, nem sou a Cláudia, só acho que tu estás a exagerar.
- Ela roubou-me o meu namorado e eu vou ficar sem fazer nada?
- Também não era preciso chegares a tanto.
- Eu vou fazer aquilo que eu te disse, quer tu estejas do meu lado ou não, já me decidi.
- Não contes comigo. - disse a Ana. - podes contar comigo para tudo menos para cometeres um crime.
- Está bem, eu faço tudo sozinha, só te peço que não contes nada a ninguém por favor.
- Podes contar com o meu silêncio.
A Joana contratou uns capangas para irem fazer o serviço. Quando os capangas estavam a fazer o serviço, a Cláudia estava em casa, e eles como se assustaram deram-lhe um tiro e atingiram-lhe mortalmente no peito.
Quando a Joana soube disto ficou em estado de choque, ela não tinha planeado nada disto. Ela tinha sido autora de um crime. Joana deu entrada no hospital, sentiu-se mal.
No dia seguinte quando já se estava a sentir preparada foi à polícia e disse tudo o que ela tinha feito, e planeado.
Joana teve de ser julgada pelo crime de homicídio. Teve a pena de onze anos e sete meses.
Ana não deixou de ser amiga de Joana, sempre que podia ia visita-la.
Escrito por Pesinhos mágicos em 13:44:56 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Maio 08, 2008

A esferográfica inquieta

Hoje comprei uma esferográfica, ela é muito bonita, é azul e na ponta e tem um boneco com um chapéu amarelo.
Amanhã vou leva-la para a escola e mostrar às minhas amigas.
Fui para a cama e pus a esferográfica em cima da minha secretária.
De noite acordei com um barulho de como quem está a comer, pensei que fosse a minha mãe, fui à cozinha e lá estava ela, não a minha mãe, mas sim, a minha esferográfica, a comer bombons.
Fiquei assustada e gritei, os meus pais acordaram e vieram a correr, quando chegaram à minha beira, a esferográfica já estava deitada e eles pensaram que tudo tinha sido um sonho.
Fui para a cama e voltei a pôr a esferográfica em cima da secretária.
Fiquei alguns minutos a olhar para ela, mas ela não se movia.
Deitei-me e de manhã quando acordei, em cima da minha secretaria estava um belíssimo poema e a caneta estava ao lado da folha.
Pensei para mim: “esta esferográfica é mágica vou ter que a guardar num local bem seguro.”
Guardei o poema e a esferográfica no meu baú cujo qual só eu tenho a chave.
Escrito por Pesinhos mágicos em 13:38:47 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Abril 17, 2008

Dia Mundial do Livro

Os livros são estrelas cintilantes que iluminam a minha vida.
Escrito por Pesinhos mágicos em 13:39:22 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, Março 07, 2008

Autopsicografia

O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira a entreter a razão
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Escrito por Pesinhos mágicos em 12:35:03 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008

Relato da explosão

Relato da Explosão Sexta-feira entrou na gruta, e foi instalar-se no lugar mais fundo dela, que era onde Robinson se refugiava. Sexta-feira levava consigo o barril de tabaco e o cachimbo.(pág.64)
Nesse dia Robinson desceu á beira mar para inspeccionar as redes colocadas no fundo e que o mar acabava de descobrir.(pág.64)
Robinson chegou mais cedo que o previsto, deu pela falta do barril de tabaco e o cachimbo. Sexta-feira preparava-se para o castigo que o esperava, subiu um pouco mas lembrou-se que não podia levar o cachimbo, por isso atirou-o para o fundo da gruta onde estavam os barris de pólvora.(pág.64)
Sexta-feira vai ao encontro de Robinson que está furioso, Robinson levantou o chicote e é nesse momento que os barris de pólvora rebentam.(pág.65)
Consequências da explosão Mais tarde, Robinson acorda, e sexta-feira tenta dar-lhe um pouco de água, e ao levantar-se partes da sua roupa caem por terra. Não tinha nenhum ferimento, mas a sua barba ruiva estava um pouco queimada.(pág.66)
Robinson já está de pé quando á outra explosão, e eles voltaram a cair por terra, e uma chuva de pedregulhos e raízes abateu-se sobre eles.(pág.66)
A noite já caia quando eles encontraram o cadáver de Ten junto a uma arvore.(pág.67)
 Robinson olhando para o luar lembrou-se de todas as suas obras: os animais domesticados, a casa, o calendário, o templo, o banco tudo se perdera na explosão.(pág.67)
A partir desse dia Robinson nunca mais tratou sexta-feira como um criado, mas sim como um amigo.

 

Escrito por Pesinhos mágicos em 13:49:20 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Um Estranho Antepassado

Ficha de leitura
Autor: Gwyneth Rees
Titulo da obra: Pozinhos mágicos
Editora: ASA
Colecção: Mundo Mágico
Lugar da Edição: Reino Unido
Data da edição: Março de 200 6
Modo do livro: Narrativo
Tema: Aventura
Lugar da edição: ilha Skye

 


Data: 12/12/2007
Páginas lidas :  5 até 43

 

Data:13/12/2007
Páginas lidas: 43 até 98

 

Data: 15/12/2007
Páginas lidas: 98 até 132

 

Data: 17/12/2007
Páginas lidas: 132 até 156

 

Data: 19/12/2007
Páginas lidas:156 até 188

 

 

 

 

 

Resumo
                   Os pais de Rosie divorciam-se por isso a Rosie vai viver com a mãe para a ilha de Skye.
         Sua mãe não acredita em fadas mas Rosie acredita, o seu desejo é ver uma fada ou um duende.
         Na primeira noite que ela dorme na casa de campo que a mãe arrendou, ela vê um duende que carrega as suas coisas para dentro de uma caixa de fósforos, depois também vê uma fada que ajuda o duende a carregar as suas coisas.
         Rosie ficou tão curiosa que foi ter com Flora que é uma velha senhora, a senhora que lhe arrendou a casa, a Flora diz-lhe não só que as fadas existem como também gostam muito de chocolate. Flora disse-lhe que se ela pusesse um chocolate na janela talvez alguma fada lá viesse se não para ir á Charneca.
         No dia seguinte ela foi à Charneca onde viu o Angus(que era o gato da Flora) com uma coisa na boca que ela  pensava que era um pássaro mas não, quando ela se chegou mais abeira do gato ela viu que era uma fada então ela soltou-a. Como ela estava magoada a Rosie levou-a para sua casa e curou-a.
         Depois foi convidada para a festa das fadas.
         Na festa das fadas a Snoudrop assim se chamava a fada que noutro dia se tinha magoado , ela sentiu-se mal e depois a rainha das fadas disse-lhe que a Snoudrop tinha a a doença final e que  ela ia morrer.
         Rosie foi embora muito triste porque ia perder uma amiga.
        Passado algum tempo a rainha das fadas apareceu e contou-lhe que as fadas nasciam quando uma criança morria, depois eram trazidas por pombas e que se a Rosie quisesse ajudar a Snoudrop tinha que descobrir qual era a criança especial e fazer com que todos as pessoas que conheceram essa criança se lembrassem dela, pois Snoudrop estava doente porque já ninguém se lembrava da criança especial da Snoudrop e nenhuma fada pode saber quais são as crianças especiais.
         Então a Rosie fez como a rainha das fadas lhe tinha dito foi ter com a pomba branca e a pomba branca levou-a até um cemitério muito velho e pousou junto de uma campa lá estava o nome da criança especial de Snoudrop a criança chamava-se Sarah e tinha morrido aos sete anos.
         Então Rosie perguntou á Flora se ela tinha conhecido uma criança com o nome Sarah e se fosse viva deveria ser mais ao menos da idade de Flora , Flora disse que conhecia.
         Então Rosie como sabia que Flora fazia anos na próxima semana ela fez-lhe uma festa surpresa .
         Rosie fez com que todos se lembrassem de Sarah e Snoudrop ficou boa.
Escrito por Pesinhos mágicos em 11:09:57 | Link permanente | Comments (1) |

Posinhos Mágicos

Ficha de leitura
Autor: Gwyneth Rees
Titulo da obra: Pozinhos mágicos
Editora: ASA
Colecção: Mundo Mágico
Lugar da Edição: Reino Unido
Data da edição: Março de 200 6
Modo do livro: Narrativo
Tema: Aventura
Lugar da edição: ilha Skye


Data: 12/12/2007
Páginas lidas :  5 até 43

Data:13/12/2007
Páginas lidas: 43 até 98

Data: 15/12/2007
Páginas lidas: 98 até 132

Data: 17/12/2007
Páginas lidas: 132 até 156

Data: 19/12/2007
Páginas lidas:156 até 188

Resumo


                   Os pais de Rosie divorciam-se por isso a Rosie vai viver com a mãe para a ilha de Skye.
         Sua mãe não acredita em fadas mas Rosie acredita, o seu desejo é ver uma fada ou um duende.
         Na primeira noite que ela dorme na casa de campo que a mãe arrendou, ela vê um duende que carrega as suas coisas para dentro de uma caixa de fósforos, depois também vê uma fada que ajuda o duende a carregar as suas coisas.
         Rosie ficou tão curiosa que foi ter com Flora que é uma velha senhora, a senhora que lhe arrendou a casa, a Flora diz-lhe não só que as fadas existem como também gostam muito de chocolate. Flora disse-lhe que se ela pusesse um chocolate na janela talvez alguma fada lá viesse se não para ir á Charneca.
         No dia seguinte ela foi à Charneca onde viu o Angus(que era o gato da Flora) com uma coisa na boca que ela  pensava que era um pássaro mas não, quando ela se chegou mais abeira do gato ela viu que era uma fada então ela soltou-a. Como ela estava magoada a Rosie levou-a para sua casa e curou-a.
         Depois foi convidada para a festa das fadas.
         Na festa das fadas a Snoudrop assim se chamava a fada que noutro dia se tinha magoado , ela sentiu-se mal e depois a rainha das fadas disse-lhe que a Snoudrop tinha a a doença final e que  ela ia morrer.
         Rosie foi embora muito triste porque ia perder uma amiga.
        Passado algum tempo a rainha das fadas apareceu e contou-lhe que as fadas nasciam quando uma criança morria, depois eram trazidas por pombas e que se a Rosie quisesse ajudar a Snoudrop tinha que descobrir qual era a criança especial e fazer com que todos as pessoas que conheceram essa criança se lembrassem dela, pois Snoudrop estava doente porque já ninguém se lembrava da criança especial da Snoudrop e nenhuma fada pode saber quais são as crianças especiais.
         Então a Rosie fez como a rainha das fadas lhe tinha dito foi ter com a pomba branca e a pomba branca levou-a até um cemitério muito velho e pousou junto de uma campa lá estava o nome da criança especial de Snoudrop a criança chamava-se Sarah e tinha morrido aos sete anos.
         Então Rosie perguntou á Flora se ela tinha conhecido uma criança com o nome Sarah e se fosse viva deveria ser mais ao menos da idade de Flora , Flora disse que conhecia.
         Então Rosie como sabia que Flora fazia anos na próxima semana ela fez-lhe uma festa surpresa .
         Rosie fez com que todos se lembrassem de Sarah e Snoudrop ficou boa.

Escrito por Pesinhos mágicos em 11:05:34 | Link permanente | Comments (0) |