Thursday, February 26, 2009

As gémeas opostas

Mafalda e Rita são duas irmãs gémeas muito diferentes, Mafalda é calma e preocupa-se com  o seu futuro em tirar um curso superior, mas pelo contrário Rita só se preocupa com o presente, preocupa-se somente em viver a vida à sua maneira.

- Mãe, a Mafalda roubou-me o meu colar novo.

- Achas que eu roubei aquele colar? Era feiíssimo.

- Roubaste sim, nem te faças de cínica, tu roubaste-mo porque tens inveja das minhas roupas magníficas.

- Roupas magníficas? Deves estar a gozar comigo as tuas roupas são as mais feias que eu já vi. - disse a Mafalda.

- Já chega meninas vocês parecem duas crianças de cinco anos a fazerem uma birra, compra-se outro colar - disse a mãe.

- Mas eu não quero outro colar eu quero o meu colar - disse a Rita.

- Rita é melhor que não me desobedeças, ou eu perco a cabeça.

- Mas mãe ela roubou-me o meu colar, ela é uma ladra, nós temos uma ladra dentro de casa - disse a Rita.

- Rita, acabou-se para teu castigo já não vais comprar colar nenhum. Tu é que pediste eu avisei-te.

- Eu também já estou habituada, as  coisas caem todas para cima de mim, a o Mafalda nunca faz nada, sou sempre eu que faço tudo.

- E não abuses muito senão o castigo ainda é maior. Vão já para a escola as duas. - exigiu a mãe.

A Rita faltou às duas primeiras horas, Mafalda ficou muito preocupada com ela e perguntou-lhe:

- Onde andaste para faltares às primeiras duas horas?

- Não te diz respeito…

- Mas eu só estava preocupada contigo! Mas parece que tu não mereces que eu esteja preocupada contigo, tu só pensas em ti - disse a Mafalda.

Terminou o ano lectivo escolar e como todos os anos a Rita, a Mafalda e os pais foram passar férias fora do país, este ano o destino era Peru. Estavam todos muito entusiasmados com as férias.

Mas algo terrível iria acontecer, mas nada as fazia perder aquele entusiasmo, afinal era a primeira vez que elas iam para o outro lado do oceano Atlântico.

Estava tudo pronto estava na hora eles iam de carro até ao aeroporto e depois seguiriam destino até Peru de avião. O avião levanta voo, e é detectado um problema o avião ia cair, todos os passageiros entraram em pânico… o avião caiu e sobreviveram seis pessoas e entre elas estavam a Rita e a Mafalda infelizmente os pais não conseguiram sobreviver.

Mas havia um problema Rita tinha ficado paraplégica, mas Mafalda tratou-a bem, nunca a abandonou.

Como diz aquele provérbio “ à males que vêm por bem” e este foi um deles, uma catástrofe tão terrível uniu estas gémeas que praticamente se odiavam. 

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A chegada à Índia

Depois de tantos meses em alto mar, vê-se um pássaro no ar e uns rochedos no horizonte, e logo nos apercebemos que estávamos a chegar à Índia. Por enquanto não conseguíamos avistar Terra.

Depois de alguns minutos vê-se um ponto no horizonte, todos olham fixamente conforme nos vamos aproximando. Agora cada vez mais perto, já conseguimos ver a praia, com uma areia fina e dourada. Algumas pessoas que estavam na praia começaram a fugir quando viram a nau.

O perfume da maresia misturado com o aroma a especiarias envolvia a nau, era um cheiro muito relaxante.

Alguns nautas doentes (pois já não comiam comida fresca e bebiam água potável à alguns meses) levantaram-se dos seus leitos para verem a Índia.

   Mas… de repente aparecem uns homens com roupas compridas a atirarem flechas contra a nau.

Saímos da nau debaixo de uma chuva de flechas e chegamos à praia. O capitão tentou falar com aquele povo mas a língua era muito estranha , depois de algum tempo o capitão estabeleceu converso.

Entramos finalmente em Calecut, as mulheres usavam grandes vestidos compridos e tinham grandes cabeleiras negras  e pele um pouco escura. Olhavam-nos com um ar medroso.

Passado cerca de um mês  e alguns dias, quando os nossos homens estavam recuperados das doenças voltamos para a nossa Terra, para a nossa Pátria.

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O cancro.

Maria é uma grande mulher que faleceu aos trinta e seis anos com cancro. Cancro este que a fez sofrer muito.

Tudo começou em Janeiro de 2007 quando ela deu uma queda e começou-lhe a doer uma virilha, desde esse momento andou por vários médicos e nenhuns lhe detectavam a doença.

As dores começaram sempre a aumentar dia após dia, tomava analgésicos, injecções etc.… nada resultava.

Até que uma ressonância magnética lhe detectou o cancro. Foi para o hospital de Santa Maria Maior que não lhe puderam fazer nada, mandaram-na para o IPO do Porto, estes submeteram-na a uma intervenção cirúrgica, mas não havia mais nada a fazer era tarde de mais e a Maria sofria muito com as dores e pelas suas duas filhas deficientes.

Para lhe diminuir as dores injectavam-lhe insulina, e fizeram-lhe também uma sessão de quimioterapia.

A doença ia sempre aumentando, por as várias partes do seu corpo. Até que a puseram no piso de doentes terminais. E no dia 27 de Junho de 2007, cinco meses de sofrimento, tudo acabou. A Maria faleceu, com um terrível cancro que lhe percorreu praticamente o corpo todo.

Maria sofreu muito, onde quer que esteja espero que esteja num lugar seguro onde não sofra, ela já sofreu de mais.

Posted by Pesinhos mágicos at 20:26:34 | Permalink | No Comments »

Um segredo…

Marília, nunca deu muita importância ao sofrimento dos outros, dizia que era a lei natural de vida. Não tinha amigos, os pais já tinham morrido, só tinha uma irmã com quem não falava devido a uma confusão.

Marília fez uns exames médicos pois não se andava a sentir muito bem, hoje ia ao médico ver o que se andava a passar.

- Então, senhor doutor, o que se passa comigo?

O médico olhou para ela muito sério:

- Não sei como lhe dizer isto. Mas, você…

- Diga doutor está a deixar-me nervosa. É muito grave?

O médico acenou com a cabeça que sim.

- Mas o que é que eu tenho?

- Você tem um temor maligno já muito avançado no peito esquerdo.

- O quê doutor? Não há nada a fazer? Quanto tempo eu tenho de vida? O que é que me vai acontecer? Eu não sei o que fazer? Ajude-me doutor, ajude-me… - disse ela já a chorar.

- Tenha calma nós vamos fazer tudo o que tiver ao nosso alcance para que você tenha uma vida mais longa e pouco dolorosa.

- Você está a dizer-me que eu vou morrer em breve?

- Nós vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, vamos fazer várias sessões de quimioterapia.

- Quanto tempo me falta doutor?           

- Não sabemos ao certo, provavelmente de seis meses a um ano de vida. Mas tenha calma, pode ser…

Marília, já se tinha ido embora. Saiu a vaguear pelas ruas , estava a sentir na própria pele aquilo que ela pensava que só acontecia aos outros, mas o pior de tudo era ela não ter ninguém para a ajudar a superar aquela fase tão difícil, ou para simplesmente desabafar. Estava completamente sozinha, na sua casa luxuosa e grande.

Não contou nada a ninguém não queria que tivessem pena dela.

Uma empregada Rosa assim se chamava , ao arrumar o quarto de Marília descobriu os exames onde dizia que ela tinha um temor maligno. Rosa ficou em estado de choque, não sabia o que fazer, depois de muito pensar lembrou-se que ela tinha uma irmã e decidiu procurar essa irmã.

Depois de muito pesquisar descobriu que a irmã vivia na Bulgária, entrou em contacto com ela e marcaram um encontro.

Rosa não sabia como é que ia contar à irmã de Marília:

- Bem eu não sei bem como lhe dizer isto…

- É sobre a minha irmã ? Eu não tenho nada a ver com ela.

- Mas eu quero que saiba que a sua irmã tem um temor…

- Um temor ? Maligno ou benigno ? - perguntou Marta

- Infelizmente é maligno.

- Eu não tenho nada a ver com ela, ela tratou-me muito mal.

- Mas é um temor maligno ela vai morrer em breve, isto não a comove?

- Um pouco, mas eu tenho toda a minha vida na Bulgária não posso voltar para Portugal. - disse a irmã de Marília.

- Você é mesmo um monstro! Você não tem coração!

- Você não sabe o que ela me fez no passado por isso não me insulte, não fale do que não sabe. - disse Marta com um tom de voz arrogante.

- Vocês são irmãs, o amor de irmãs supera tudo, principalmente num caso de doença como este, uma doença tão grave como esta. - disse Marília .

  - Pode dizer a minha irmã que eu espero que ela arda no inferno e que tenha uma morte lenta e dolorosa. - disse a Marta retirando-se da esplanada onde estavam.

- Que será que a D. Marília fez para a Marta lhe ter um ódio de morte? - pensou para si Rosa.

Poucos dias depois rosa quando chega de manha a casa de Marília encontra-a morta, e à tarde ao ir para o aeroporto para ir para a Bulgária Marta tem um acidente de automovel tendo morte imediata.

O segredo pela qual duas irmãs tinham um ódio de morte nunca ninguém o soube, já não restava ninguém da família para contar a história do que teria acontecido no passado.

Talvez noutra vida ou encarnação se venha a saber o que aconteceu…

Posted by Pesinhos mágicos at 20:25:10 | Permalink | No Comments »

Um sonho ou um pesadelo?

Cristina foi passar as sua férias de Natal à casa da sua avó Natália, sua avó materna.

Quando chegou a casa da sua avó, decidiu ir dar um passeio para conhecer melhor a vila depois de vinte minutos a andar parou num café para comer qualquer coisa pois estava faminta.

- Deixaste cair isto… - disse alguém que vinha atrás dela.

- Ah obrigada, são as minhas chaves de casa. - disse ela muito agradecida.

- Olá, eu sou o Rodrigo… Tu és nova por aqui?

- Sim, vim passar as férias a casa da minha avó. Eu sou a Cristina. Queres vir até à casa da minha avó, ela deve estar a acabar de preparar umas bolachas deliciosas.

- Sim… - respondeu muito entusiasmado o Rodrigo.

Não havia assunto, iam os dois muito calados. O Rodrigo meteu conversa:

- E como é que se chama a tua avó?

- Natália.

Mas a conversa terminou ali…

- Ele é mesmo giro, é o rapaz mais giro que já conheci, e simpático e eu acho que estou a gostar dele. - pensou ela. - mas ele nunca se vai interessar por uma rapariga como eu chata  e desinteressante.

- Nunca tinha visto uma rapariga tão bonita e interessante como esta… é pena que só venha cá passar as férias de Natal, são tão curtas!!! - pensou o Rodrigo.

Desde esse dia eles começaram a andar sempre juntos e passado algum tempo o Rodrigo declarou-se à Cristina e eles começaram a namorar.

Um dia decidiram ir para uma casa que diziam estar assombrada, mas ele não acreditava em nada relacionado com fantasmas, Cristina tinha muito medo de fantasmas, mas quando estava com o Rodrigo ela pensava estar protegida e tudo e de todos.

Entraram na casa, esta parecia estar desabitada:

- Vês algum fantasma? Não, claro que não eles não existem.

Ao Rodrigo dizer isto, algo se passou, porque quando ele e virou Cristina não estava lá.

- Onde estás não te escondas… E para com esta brincadeira que eu não estou a achar muita piada. - disse o Rodrigo.

Mas  ela não apareceu e Rodrigo pensou que ela se tinha ido embora, e continuou a sua aventura… até que chegou a uma sala muito grande, e foi nessa sala que viu Cristina, estava morta havia sangue por todo o lado, parecia ter sido uma morte muito violenta. Rodrigo ficou em estado de choque e começou a acreditar que talvez existissem fantasmas.

Rodrigo tentou sair daquela casa, mas não conseguia… Acordou e tudo sido um sonho, ou um pesadelo!

Posted by Pesinhos mágicos at 20:23:52 | Permalink | No Comments »

Tuesday, October 28, 2008

O Mundo em que vivemos

    O nosso Mundo é dividido em duas partes, numa parte vivem os ricos, os grandes senhores juntos com os seus luxos e noutra parte vivem os pobres que nem dinheiro têm para comer.

    Mas não é preciso ir ao outro lado do mundo para ver um pobre mendigo a pedir um pouco de comida ou uma simples moeda, vasta olharmos para o nosso lado ou lermos um livro sobre países pobres para ficarmos a conhecer melhor essas pessoas mas isto é muito difícil de fazer. É muito mais fácil e simples conhecer a vida dos grandes senhores vasta só ler uma dessas revistas cor-de-rosa.

    Mas esses grandes senhores podiam ajudar um pouco os mais pobres mas não é isso que acontece, eles ignoram-los.

    Ajudar os mais necessitados é um dever que todos nós temos.

 

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Friday, May 23, 2008

Os campos

A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.

 

O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é um ângulo disposto.
Aquele digital onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta em que se apoia o rosto.

 

Fita, com olhar esfíngico e fatal
O Ocidente futuro passado.

 

O rosto que fita é Portugal.

 

De Fernando Pessoa

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Thursday, May 15, 2008

Violência

Hoje chegou um aluno novo à minha escola, tem um ar muito diferente, um ar parecido com o dos “matulões” lá da escola.
Lá na escola dizem-se que o novo aluno já foi levado ao concelho executivo, parece que ele tentou roubar um aluno e depois bateu-lhe violentamente.
Ficamos todos boquiabertos , reparamos no modo de vestir dele mas nunca pensamos que fosse como os “matulões”.
Parece que o rapaz que foi agredido está no hospital gravemente ferido. Estávamos nós a acabar de falar disto quando passa o rapaz junto com os “matulões” vinham-se a rir certamente era do rapaz que estava no hospital.
Fui para casa e fiquei a pensar toda a noite na Susana ela estava a ficar apaixonada por ele, isto preocupava-me e se ele fizesse o mesmo com ela, se ele lhe bate-se.
Hoje quando cheguei à escola discuti isso com ela mas ela negou tudo, tentou mudar de conversa.
Quando ele passa ela fica pasmada a olhar para ele. Mas o pior de tudo foi o que aconteceu hoje à tarde eu, a Susana, e mais o nosso grupo de amigos vimos os “matulões” e o luís é assim que ele se chama, a baterem num rapaz, foram levados ao concelho executivo, mas o pior de tudo é que nunca lhe acontece nada, ficam sempre livres como se não fizessem nada de mal. Continuam a passear-se lá por a escola como se fossem alunos normais que não fazem mal a ninguém.
Já se passou um mês e a Susana está cada vez mais apaixonada por ele.
Ao fim de dois meses de espera finalmente aconteceu o que a Susana mais queria ele pediu-a em namoro  e ela sem pensar duas vezes aceitou.
Todos ficamos muito constrangidos com a decisão dela.
Passados dois dias de namoro a Susana apareceu  em minha casa a chorar eu perguntei-lhe:
- Que foi o que é que se passou!
-Ele tentou bater-me.
-Temos de ir à policia fazer a denuncia do caso. - disse-lhe eu.
-Não eu tenho medo que ele me bata mais.
-Mas tu…
-Não quero, não percebes que ele depois vai bater-me mais. - disse ela muito assustada.
A Susana foi-se embora muito assustada e arreliada comigo.
No dia seguinte ela não foi à escola, por isso eu no fim das aulas fui à casa dela.
Quando lá cheguei a mãe dela disse-me que ela estava doente e não saía do quarto desde ontem à noite, e que tinha chegado muito tarde.
Pensei para mim:
-Não podia ser de minha casa, pois ela tinha saído de minha casa às seis horas.
-Posso falar com ela? - pedi eu
-Não sei se ela vai querer falar contigo, ela não quer falar com ninguém desde ontem  à noite, mas entra.
Bati à porta e ela deixou-me entrar. A Susana estava cheia de nódoas negras , eu perguntei-lhe:
-Ele bateu-te outra vez?
-Sim - disse ela a chorar.
- Continuas a não querer fazer queixa dele
- Não, eu vou fazer queixa dele, já estou farta que ele me bata.
-Vamos à policia? -perguntei eu
-Vamos.
A Susana fez queixa dele à policia e ele foi preso por sete meses e vinte e cinco dias.
O tribunal também decidiu que a Susana ia ter apoio psicológico.
 

Posted by Pesinhos mágicos at 12:47:21 | Permalink | Comments (1) »

O rapto de Juliana

Juliana vive sozinha numa casa muito velha, não tem água, luz, não tem condições para viver.
Juliana vende molas para tentar ganhar algum dinheiro e trabalha numa casa de grandes senhores a fazer limpezas.
A melhor amiga dela é uma vizinha que também vive muito mal, já é muito velha por isso não pode trabalhar, Juliana ajuda-a como pode.
Um dia quando Juliana vai vender as molas é espancada, roubada e raptada.
Júlia é assim que se chama  a amiga de Juliana fica muito preocupada quando os patrões de Juliana lhe dizem que esta faltou ao trabalho e que estava despedida.
Júlia não sabe o que aconteceu mas sente que foi algo de muito mau, liga para a polícia mas dizem-lhe que não podem fazer nada.
Quando Juliana acorda está dentro de uma cabana, a noite é muito fria, está a chover, entra um pouco de chuva por um vidro partido, entra um homem:
- Queres beber e comer.
- Não. Só quero sair daqui, por favor ajude-me. - pediu Juliana.
-Só te deixo sair daqui quando o teu patrão me pagar o dinheiro que eu lhe pedi.
- Mas o meu patrão não lhe vai pagar o dinheiro. -Disse a Juliana .
- Vai sim, vais ver. - disse o homem a rir-se com um ar maléfico.
- Mas porque razão faria ele isso? - perguntou ela.
- Tu não sabes mas ele tem uma admiração por ti, e agora não me faças mais perguntas e vais ficar sem comer.
- Também não tinha fome. - disse Juliana
O homem saiu muito zangado.
Juliana chorou toda a noite, tinha fome, frio, sede.
Já é manhã o homem trouxe um pouco de água e pão duro.
- Mas este pão não se pode comer, é muito duro. - disse a Juliana muito indignada.
- Não queres não comas é muito simples.
Juliana como tinha muita fome tentou comer, mas era um pouco difícil o pão era muito duro.
- Já acabaste. - resmungou o homem.
- Sim. Quando é que me vai libertar?
- Já falamos sobre isso, ele deve estar quase a chegar com o dinheiro. - riu-se o homem
- Já passava da hora combinada e o Rodrigo que era o patrão de Juliana não aparecera para entregar o dinheiro.
O homem não esperou mais, agarrou numa faca e cravou-a no peito de Juliana, esta esvaiu-se em sangue e o homem fugiu.
Rodrigo tinha tido umas complicações no banco e, quando chegou lá encontrou a Juliana morta, Rodrigo agarrou Juliana e chorou, chorou muito.
Regressou á cidade e foi contar a Júlia o que tinha acontecido e disse-lhe:
- Júlia para a recompensar e poder ajuda-la quero pedir-lhe para vir morar comigo.
- Acha que dá para recompensar uma vida!!!
- Não. Mas eu quero que você venha viver para minha casa.
- Está bem.
Júlia foi viver para casa do Rodrigo, lá é bem tratada tem tudo o que ela merece, muitas vezes leva comida para os pobres sem ninguém saber.
O assassino nunca foi encontrado, mas Júlia mantém a esperança de um dia o assassino ser encontrado e ser castigado por o que ele fez a Juliana, a sua melhor amiga.

 

Posted by Pesinhos mágicos at 12:46:03 | Permalink | Comments (2)

A traição

 

Joana descobriu que o namorado a traiu com  a sua melhor amiga. Joana está desesperada, não sabe o que fazer só pensa em vingar-se.
- Olá Joana ! Hoje não posso ir a tua casa acabar o trabalho para história, porque a minha mão está doente. - disse a Cláudia.
- É mesmo arrogante, depois de me ter traído ainda vem falar comigo!!! - pensou ela. - mas eu vou vingar-me .
- Ficaste chateada comigo? -  perguntou a Cláudia
- Não, claro que não. Vou pedir à Ana para fazer o trabalho comigo.
- Ainda bem. A nossa amizade é muito importante para mim, nunca te esqueças disso.
- As melhoras para a tua mãe.
- Obrigado.
Nesse dia a Joana decidiu segui-la. A Cláudia voltou a ir ter com o Rodrigo.
- É mesmo estúpida. - pensou  a Joana  e foi-se embora.
Quando chegou a casa ligou à Ana :
- Podes vir ter a minha casa? - perguntou a Joana.
- Claro que posso, Joana estás a chorar? O que é que se passa? Responde-me por favor?
- Quando chegares aqui eu conto-te.
- Já estou a sair de casa.
Quando a Ana chegou a casa da Joana, e ela estava a chorar.
- Que se passa Joana porque é que estás a chorar?
-Foi o Rodrigo, ele… ele… trai-me com a Cláudia.
- O quê, a Cláudia ela trai-te?!
- Sim, e depois ainda me vem dizer que a nossa amizade é muito valiosa.
- O quê que tu vais fazer?
- Vou-me vingar deles os dois. - disse a Joana.
- Mas como é que te vais vingar? - perguntou a Ana.
- Ainda não sei, mas a vingança vai ser muito dura.
- Sabes que podes contra sempre comigo, não sabes?
- Obrigado. Mas isto é uma coisa que eu tenho que fazer sozinha. Não contes isto a ninguém.
- Vai ser um segredo só nosso, mas tem cuidado com o que vais fazer.
- Não te preocupes comigo. - disse a Joana
- Agora tenho de me ir embora, porque eu saí de casa sem a minha mãe saber, estou de castigo.
No dia seguinte a Joana acabou tudo com o Rodrigo.
- Olá amiga, estás bem , ouvi dizer que acabaste tudo com o Rodrigo? - perguntou a Cláudia.
- Sim, acabei tudo com ele. Apanhei-o a trair-me com a minha melhor amiga. - disse a Joana.
- Que melhor amiga? - disse a Cláudia, com um ar um pouco assustado.
- Sabes, aquela amiga que diz: “ a nossa amizade é muito importante para mim “.
- Eu !? Mas eu nunca te traí. Quem é que te disse isso? Aposto que a foi a Ana. Mas tu não acredites nela, ela nunca gostou de mim.
- Ninguém me disse Cláudia, eu vi, com os meus olhos.
- A culpa foi dele, por favor acredita em mim.
- Não me interessa de quem é a culpa, só te quero dizer mais duas coisas, a primeira é nunca mais me dirijas a palavra, e a segunda é espera pela vingança tu e o Rodrigo.
A Cláudia fico com muito medo  e foi ter com o Rodrigo:
- Rodrigo a Joana descobriu que nós tinha-mos um caso, e diz que vai vingar-se.
- Como é que ela descobriu?
- Não sei, eu acho que ela me seguiu.
- Estragastes tudo, não sabes ser discreta. Agora vamos ficar sem dinheiro nenhum.
- O pior é a vingança. O que será que ela vai fazer?
- De certeza que ela não vai fazer nada.
A Joana foi a casa da Ana.
- Já sei o que é que eu vou fazer. - disse a Joana.
- O que é que vais fazer?
- Vou fazer com que ela sofra tanto ou mais do que eu.
- Mas como é que tu vais fazer isso?
- Primeiro, vou contratar uns contrabandistas para irem a casa dela e roubarem algumas coisas que tenham muito valor para ela, e vão partir tudo no quarto dela.
- Não achas que estás a exagerar um bocadinho?
- Não. Ela vai sofrer tanto como eu, quando ela precisar daquelas coisas que ela tanto gosta, ela vai se lembrar do que me fez.
- Tem calma, tu estás a exagerar.
- Depois disto tudo ainda lhe vou roubar um diário que ela diz ter os seus maiores segredos e vou publica-los por toda a escola.
- Olha não podes reagir assim, tem calma.
- Ah!!! Até agora apoiavas-me e agora já não estás de acordo comigo. Bela amiga, és uma traidora igual à Cláudia. - resmungou a Joana.
- Eu não sou traidora, nem sou a Cláudia, só acho que tu estás a exagerar.
- Ela roubou-me o meu namorado e eu vou ficar sem fazer nada?
- Também não era preciso chegares a tanto.
- Eu vou fazer aquilo que eu te disse, quer tu estejas do meu lado ou não, já me decidi.
- Não contes comigo. - disse a Ana. - podes contar comigo para tudo menos para cometeres um crime.
- Está bem, eu faço tudo sozinha, só te peço que não contes nada a ninguém por favor.
- Podes contar com o meu silêncio.
A Joana contratou uns capangas para irem fazer o serviço. Quando os capangas estavam a fazer o serviço, a Cláudia estava em casa, e eles como se assustaram deram-lhe um tiro e atingiram-lhe mortalmente no peito.
Quando a Joana soube disto ficou em estado de choque, ela não tinha planeado nada disto. Ela tinha sido autora de um crime. Joana deu entrada no hospital, sentiu-se mal.
No dia seguinte quando já se estava a sentir preparada foi à polícia e disse tudo o que ela tinha feito, e planeado.
Joana teve de ser julgada pelo crime de homicídio. Teve a pena de onze anos e sete meses.
Ana não deixou de ser amiga de Joana, sempre que podia ia visita-la.

Posted by Pesinhos mágicos at 12:44:56 | Permalink | No Comments »