Violência
Hoje chegou um aluno novo à minha escola, tem um ar muito diferente, um ar parecido com o dos “matulões” lá da escola.
Lá na escola dizem-se que o novo aluno já foi levado ao concelho executivo, parece que ele tentou roubar um aluno e depois bateu-lhe violentamente.
Ficamos todos boquiabertos , reparamos no modo de vestir dele mas nunca pensamos que fosse como os “matulões”.
Parece que o rapaz que foi agredido está no hospital gravemente ferido. Estávamos nós a acabar de falar disto quando passa o rapaz junto com os “matulões” vinham-se a rir certamente era do rapaz que estava no hospital.
Fui para casa e fiquei a pensar toda a noite na Susana ela estava a ficar apaixonada por ele, isto preocupava-me e se ele fizesse o mesmo com ela, se ele lhe bate-se.
Hoje quando cheguei à escola discuti isso com ela mas ela negou tudo, tentou mudar de conversa.
Quando ele passa ela fica pasmada a olhar para ele. Mas o pior de tudo foi o que aconteceu hoje à tarde eu, a Susana, e mais o nosso grupo de amigos vimos os “matulões” e o luís é assim que ele se chama, a baterem num rapaz, foram levados ao concelho executivo, mas o pior de tudo é que nunca lhe acontece nada, ficam sempre livres como se não fizessem nada de mal. Continuam a passear-se lá por a escola como se fossem alunos normais que não fazem mal a ninguém.
Já se passou um mês e a Susana está cada vez mais apaixonada por ele.
Ao fim de dois meses de espera finalmente aconteceu o que a Susana mais queria ele pediu-a em namoro e ela sem pensar duas vezes aceitou.
Todos ficamos muito constrangidos com a decisão dela.
Passados dois dias de namoro a Susana apareceu em minha casa a chorar eu perguntei-lhe:
- Que foi o que é que se passou!
-Ele tentou bater-me.
-Temos de ir à policia fazer a denuncia do caso. - disse-lhe eu.
-Não eu tenho medo que ele me bata mais.
-Mas tu…
-Não quero, não percebes que ele depois vai bater-me mais. - disse ela muito assustada.
A Susana foi-se embora muito assustada e arreliada comigo.
No dia seguinte ela não foi à escola, por isso eu no fim das aulas fui à casa dela.
Quando lá cheguei a mãe dela disse-me que ela estava doente e não saía do quarto desde ontem à noite, e que tinha chegado muito tarde.
Pensei para mim:
-Não podia ser de minha casa, pois ela tinha saído de minha casa às seis horas.
-Posso falar com ela? - pedi eu
-Não sei se ela vai querer falar contigo, ela não quer falar com ninguém desde ontem à noite, mas entra.
Bati à porta e ela deixou-me entrar. A Susana estava cheia de nódoas negras , eu perguntei-lhe:
-Ele bateu-te outra vez?
-Sim - disse ela a chorar.
- Continuas a não querer fazer queixa dele
- Não, eu vou fazer queixa dele, já estou farta que ele me bata.
-Vamos à policia? -perguntei eu
-Vamos.
A Susana fez queixa dele à policia e ele foi preso por sete meses e vinte e cinco dias.
O tribunal também decidiu que a Susana ia ter apoio psicológico.
Lá na escola dizem-se que o novo aluno já foi levado ao concelho executivo, parece que ele tentou roubar um aluno e depois bateu-lhe violentamente.
Ficamos todos boquiabertos , reparamos no modo de vestir dele mas nunca pensamos que fosse como os “matulões”.
Parece que o rapaz que foi agredido está no hospital gravemente ferido. Estávamos nós a acabar de falar disto quando passa o rapaz junto com os “matulões” vinham-se a rir certamente era do rapaz que estava no hospital.
Fui para casa e fiquei a pensar toda a noite na Susana ela estava a ficar apaixonada por ele, isto preocupava-me e se ele fizesse o mesmo com ela, se ele lhe bate-se.
Hoje quando cheguei à escola discuti isso com ela mas ela negou tudo, tentou mudar de conversa.
Quando ele passa ela fica pasmada a olhar para ele. Mas o pior de tudo foi o que aconteceu hoje à tarde eu, a Susana, e mais o nosso grupo de amigos vimos os “matulões” e o luís é assim que ele se chama, a baterem num rapaz, foram levados ao concelho executivo, mas o pior de tudo é que nunca lhe acontece nada, ficam sempre livres como se não fizessem nada de mal. Continuam a passear-se lá por a escola como se fossem alunos normais que não fazem mal a ninguém.
Já se passou um mês e a Susana está cada vez mais apaixonada por ele.
Ao fim de dois meses de espera finalmente aconteceu o que a Susana mais queria ele pediu-a em namoro e ela sem pensar duas vezes aceitou.
Todos ficamos muito constrangidos com a decisão dela.
Passados dois dias de namoro a Susana apareceu em minha casa a chorar eu perguntei-lhe:
- Que foi o que é que se passou!
-Ele tentou bater-me.
-Temos de ir à policia fazer a denuncia do caso. - disse-lhe eu.
-Não eu tenho medo que ele me bata mais.
-Mas tu…
-Não quero, não percebes que ele depois vai bater-me mais. - disse ela muito assustada.
A Susana foi-se embora muito assustada e arreliada comigo.
No dia seguinte ela não foi à escola, por isso eu no fim das aulas fui à casa dela.
Quando lá cheguei a mãe dela disse-me que ela estava doente e não saía do quarto desde ontem à noite, e que tinha chegado muito tarde.
Pensei para mim:
-Não podia ser de minha casa, pois ela tinha saído de minha casa às seis horas.
-Posso falar com ela? - pedi eu
-Não sei se ela vai querer falar contigo, ela não quer falar com ninguém desde ontem à noite, mas entra.
Bati à porta e ela deixou-me entrar. A Susana estava cheia de nódoas negras , eu perguntei-lhe:
-Ele bateu-te outra vez?
-Sim - disse ela a chorar.
- Continuas a não querer fazer queixa dele
- Não, eu vou fazer queixa dele, já estou farta que ele me bata.
-Vamos à policia? -perguntei eu
-Vamos.
A Susana fez queixa dele à policia e ele foi preso por sete meses e vinte e cinco dias.
O tribunal também decidiu que a Susana ia ter apoio psicológico.

